E Shimon Peres é um anti-semita do pior...
quarta-feira, 11 de Novembro de 2009
Os Protocolos são uma falsificação
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Das maravilhas do paraíso socialista

Aproveitando a comemoração do vigésimo aniversário da queda do Muro de Berlim, convido os meus estimados leitores a espreitar por entre a Cortina de Ferro e a conhecer (aos que já conhecem, apenas relembro) um dos episódios mais sórdidos e grotescos da experiência comunista do Leste Europeu: quando o "Grande Timoneiro", o degenerado Joseph Estaline, ordenou a Ilya Ivanov a criação de uma raça híbrida de homem e macaco que, no entender do "Pai dos Povos", seria uma espécie de super-proletário, invencível, insensível à dor, resistente e indiferente quanto à qualidade da comida que consome.
Adenda:
O homem novo do comunismo - um projecto doentio.
Adenda:
O homem novo do comunismo - um projecto doentio.
terça-feira, 10 de Novembro de 2009
Convenientemente
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segunda-feira, 9 de Novembro de 2009
Amanhã nas bancas
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domingo, 8 de Novembro de 2009
No Logos
Referendo sodomita?, por Padre Nuno Serras Pereira.
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sábado, 7 de Novembro de 2009
Coincidências
Nidal Malik Hasan, o terrorista de Fort Hood, era um bom muçulmano praticante, muito sociável e que antes de disparar até gritou Allah Akbar.
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quinta-feira, 5 de Novembro de 2009
Por falar em crucifixos
E aproveitando também para fazer um pouco de inveja ao Harms, deixo aqui um magnífico postal da Velha Europa – aquela que já só existe no imaginário de alguns – mais concretamente do antigo Mosteiro de Clonmacnoise na Irlanda, o primeiro mosteiro cristão na Ilha Esmeralda, fundado por São Ciarán de Clonmacnoise em 545.
Para ver, guardar e recordar:
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quarta-feira, 4 de Novembro de 2009
A bem da coerência...
...da laicidade, da liberdade religiosa e dos direitos humanos aguarda-se que sejam retirados do calendário civil todos os feriados religiosos assim como todas e quaisquer referências à religião cristã, desde a bandeira nacional a nomes de localidades. É que isto de separar a Igreja do Estado, ou é para levar até ao fim, ou então não vale a pena.
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domingo, 1 de Novembro de 2009
Todos os Santos

Ó Deus,
Concedei-nos, pelas preces dos Santos,
A quem destes perseverar na imitação de Cristo pobre e humilde,
Seguir a nossa vocação com fidelidade.
E chegar àquela perfeição que nos propusestes em Vosso Filho.
Que convosco vive e reina na unidade do Espírito Santo
Amém.
Concedei-nos, pelas preces dos Santos,
A quem destes perseverar na imitação de Cristo pobre e humilde,
Seguir a nossa vocação com fidelidade.
E chegar àquela perfeição que nos propusestes em Vosso Filho.
Que convosco vive e reina na unidade do Espírito Santo
Amém.
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sábado, 31 de Outubro de 2009
sexta-feira, 30 de Outubro de 2009
A bem da Democracia (VII)
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quinta-feira, 29 de Outubro de 2009
Do combate às desigualdades
Num país onde 40 mil idosos passam fome, mais de 31 mil estrangeiros recebem o subsídio de desemprego.
domingo, 25 de Outubro de 2009
Agora em português de Portugal

O Que a Civilização Ocidental deve à Igreja Católica, de Thomas E. Woods e editado pela Alêtheia Editores, já aqui referido na sua publicação em português do Brasil.
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O dia da Resistência

(Bataille de Poitiers, en octobre 732 - Charles de Steuben)
O dia 25 de Outubro de 732 é comemorado oficialmente como o dia da Batalha de Poitiers, travada entre o exército francês e o exército mouro do Califado de Córdoba. Uma data que deve ser lembrada por todos os europeus, em especial pelos peninsulares, como o dia em que se conseguiu por um travão às pretensões sarracenas sobre a Europa, num esforço fantástico de união entre Fé e Raça e partir do qual nasceria a Reconquista, tendo Portugal como um dos seus mais valiosos frutos.
Adenda:
Carlos Martel: Herói da Cristandade e salvador da Europa.
Adenda:
Carlos Martel: Herói da Cristandade e salvador da Europa.
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sábado, 24 de Outubro de 2009
domingo, 18 de Outubro de 2009
Quid est veritas?
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sábado, 17 de Outubro de 2009
De Espanha, um exemplo a seguir
Diz o ditado que, de Espanha, nem bom vento, nem bom casamento. Mas este caso é sem dúvida uma das boas excepções que confirmam a regra. Um exemplo a seguir, também aqui em Portugal.
Adenda 1: Aproveito para assinalar o mau trabalho jornalístico do Público, que foi incapaz de abordar o assunto em questão com a imparcialidade e o rigor que a profissão exige.
Adenda 2: A organização acredita que estiveram presentes no protesto 2 milhões de pessoas. A ser verdade, é absolutamente notável! Seremos nós capazes de um feito semelhante?
Adenda 1: Aproveito para assinalar o mau trabalho jornalístico do Público, que foi incapaz de abordar o assunto em questão com a imparcialidade e o rigor que a profissão exige.
Adenda 2: A organização acredita que estiveram presentes no protesto 2 milhões de pessoas. A ser verdade, é absolutamente notável! Seremos nós capazes de um feito semelhante?
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domingo, 11 de Outubro de 2009
Quem são os falsos profetas?
Acautelai-vos, porém, dos falsos profetas, que vêm até vós vestidos como ovelhas, mas interiormente, são lobos devoradores. Por seus frutos os conhecereis. Porventura, colhem-se uvas dos espinheiros ou figos dos abrolhos? Assim, toda árvore boa produz bons frutos, e toda árvore má produz frutos maus. Não pode a árvore boa dar maus frutos, nem a árvore má dar frutos bons. Toda árvore que não dá bom fruto corta-se e lança-se no fogo. Portanto, pelos seus frutos os conhecereis.
Mateus 7:15-20
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sábado, 10 de Outubro de 2009
Nunca é demais lembrar
É verdade que estamos provavelmente a fazer um grande disparate. Esta Mesquita em plena cidade de Paris não augura nada de bom. É uma ameaça para o nosso futuro. (...) Ouço, leio as declarações sobre a igualdade dos cultos e das raças. Acabámos por ultrapassar os justos limites da tolerância, do respeito e da amizade. Acabámos de cometer o crime de excesso. Deus queira que não tenhamos que o pagar no futuro.
– Charles Maurras, sobre a construção da Grande Mesquita de Paris, Action Française, 13 de Julho de 1926.
– Charles Maurras, sobre a construção da Grande Mesquita de Paris, Action Française, 13 de Julho de 1926.
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Coisas de uma Europa não-europeia
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sexta-feira, 9 de Outubro de 2009
Da subsídio-dependência
Fraudes de 118 milhões no rendimento mínimo num país com cerca de 400 mil ociosos.
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Exultai ó povos da Terra inteira...

...com o reconhecimento do nosso salvador!
***
1. Tocado pela fé obâmica, o camarada Harms fez um poema de louvor ao nosso salvador, cumprindo assim as suas obrigações de cidadão do mundo. Bem-haja!
2. Guerra é Paz, este é o primeiro lema do Ministério da Verdade.
3. E porque o Partido nunca mente: governo dos EUA quer criar sites falsos com notícias positivas.
***
1. Tocado pela fé obâmica, o camarada Harms fez um poema de louvor ao nosso salvador, cumprindo assim as suas obrigações de cidadão do mundo. Bem-haja!
2. Guerra é Paz, este é o primeiro lema do Ministério da Verdade.
3. E porque o Partido nunca mente: governo dos EUA quer criar sites falsos com notícias positivas.
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Definir posições
A Intransigência, o Fanatismo, a Intolerância são símbolos de Fé, são as alavancas mais poderosas da Acção. Os transigentes, os tolerantes, os indiferentes são lesmas e cobardes, destinados ao desprezo ou às piores violências dos adversários fanáticos, intolerantes e intransigentes.
Intransigência, Intolerância e Fanatismo são termos pejorativos dum sentimento sagrado que se chama – a fé.
Há o Fanatismo, a Intolerância, a Intransigência da Virtude e da Verdade, como há o Fanatismo, a Intolerância, a Intransigência do Crime e da Mentira.
Só é fanático, intolerante e intransigente que está convencido que é portador da Verdade. A tolerância, a transigência, a indiferença são estados próprios de quem duvida, hesita e não se sente muito seguro da posição que ocupa.
Na luta entre o Bem e o Mal, entre a Santidade e o Pecado, entre Deus e Satã, não pode haver tolerância, transigência e indiferença, porque a sua presença só traz prejuízos para o Bem, para a Santidade e para Deus e vantagens para o Mal, o Pecado e Satã.
Porque foi fanática, intolerante, intransigente a Revolução conquistou o mundo depois de ter mergulhado a França em Atlânticos de sangue. Porque é fanático, intolerante, intransigente o Comunismo está aí a governar o Mundo...
Porque foram fanáticas, intolerantes, intransigentes as Democracias ganharam a guerra. Porque não foi suficientemente fanático, intransigente e intolerante o Eixo, poupando a França, poupando os países ocupados – perdeu a guerra. Porque se não têm revelado fanáticas, intransigentes e intolerantes as Democracias ocidentais estão a ser vencidas pela Democracia oriental russa.
O Fanatismo, a Intolerância e a Intransigência postas ao serviço da Verdade, da Virtude, do Bem e da Honra levam ao Heroísmo; postas ao serviço da Mentira, do Pecado, do Mal e da Cobardia levam ao Crime. Jeanne d'Arc e Robespierre; D. Sebastião e Marat; S. João de Brito e Estaline; Silva Porto e Buiça...
Têm-me acusado muitas vezes de fanático, intolerante e intransigente. Sou-o quanto pode sê-lo quem vive num século desvirilizado, essencialmente burguês, materialista e céptico, e percorreu as sete partidas do mundo da cultura à procura da verdade nova, para só encontrar verdades falsas, à busca desinteressada do Sol e só encontrou crepúsculos frios. Quando voltei, desiludido, à minha tenda levantada no meio do tumulto, verifiquei que a única solução acessível às minhas inquietações e angústias era a tradição. E regressei à secular tradição portuguesa – a Deus, à Pátria e ao Rei.
E sou fanático, intransigente e intolerante em defesa de Deus, da Pátria e do Rei, até mesmo contra os que falam em Deus desservindo-o, ou falam na Pátria traindo-a, ou falam no Rei deformando-o.
– Alfredo Pimenta, in A Nação, 24 de Janeiro de 1948.
Intransigência, Intolerância e Fanatismo são termos pejorativos dum sentimento sagrado que se chama – a fé.
Há o Fanatismo, a Intolerância, a Intransigência da Virtude e da Verdade, como há o Fanatismo, a Intolerância, a Intransigência do Crime e da Mentira.
Só é fanático, intolerante e intransigente que está convencido que é portador da Verdade. A tolerância, a transigência, a indiferença são estados próprios de quem duvida, hesita e não se sente muito seguro da posição que ocupa.
Na luta entre o Bem e o Mal, entre a Santidade e o Pecado, entre Deus e Satã, não pode haver tolerância, transigência e indiferença, porque a sua presença só traz prejuízos para o Bem, para a Santidade e para Deus e vantagens para o Mal, o Pecado e Satã.
Porque foi fanática, intolerante, intransigente a Revolução conquistou o mundo depois de ter mergulhado a França em Atlânticos de sangue. Porque é fanático, intolerante, intransigente o Comunismo está aí a governar o Mundo...
Porque foram fanáticas, intolerantes, intransigentes as Democracias ganharam a guerra. Porque não foi suficientemente fanático, intransigente e intolerante o Eixo, poupando a França, poupando os países ocupados – perdeu a guerra. Porque se não têm revelado fanáticas, intransigentes e intolerantes as Democracias ocidentais estão a ser vencidas pela Democracia oriental russa.
O Fanatismo, a Intolerância e a Intransigência postas ao serviço da Verdade, da Virtude, do Bem e da Honra levam ao Heroísmo; postas ao serviço da Mentira, do Pecado, do Mal e da Cobardia levam ao Crime. Jeanne d'Arc e Robespierre; D. Sebastião e Marat; S. João de Brito e Estaline; Silva Porto e Buiça...
Têm-me acusado muitas vezes de fanático, intolerante e intransigente. Sou-o quanto pode sê-lo quem vive num século desvirilizado, essencialmente burguês, materialista e céptico, e percorreu as sete partidas do mundo da cultura à procura da verdade nova, para só encontrar verdades falsas, à busca desinteressada do Sol e só encontrou crepúsculos frios. Quando voltei, desiludido, à minha tenda levantada no meio do tumulto, verifiquei que a única solução acessível às minhas inquietações e angústias era a tradição. E regressei à secular tradição portuguesa – a Deus, à Pátria e ao Rei.
E sou fanático, intransigente e intolerante em defesa de Deus, da Pátria e do Rei, até mesmo contra os que falam em Deus desservindo-o, ou falam na Pátria traindo-a, ou falam no Rei deformando-o.
– Alfredo Pimenta, in A Nação, 24 de Janeiro de 1948.
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quinta-feira, 8 de Outubro de 2009
Monsenhor Lefebvre sobre o Islão
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Da religião da paz

(cemitério católico na Argélia, transformado em depósito de lixo)
Tivesse tal acto de vandalismo ocorrido num cemitério judeu e certamente muitas vestes se rasgariam por esse mundo afora. Mas como o cemitério é católico, então nem uma única palavra dita pelos arautos da liberdade e do humanismo. Quanto muito dir-nos-ão que tal não passa de um mal-entendido e que não existe qualquer suspeita de intolerância, discriminação, racismo ou xenofobia. Até porque esses "pecados" apenas servem para atirar aos fascistas, salazaristas, nazis e extremistas. Além do mais, até está na moda falar mal da Igreja Católica! – esse monstro castrador das amplas liberdades.
Posto isto, aguarda-se que os responsáveis da Santa Sé pelo diálogo inter-religioso marquem a data da próxima conferência, cuja missão será discutir o ecumenismo – essa nova fé – e a sua importância no entendimento entre civilizações.
Posto isto, aguarda-se que os responsáveis da Santa Sé pelo diálogo inter-religioso marquem a data da próxima conferência, cuja missão será discutir o ecumenismo – essa nova fé – e a sua importância no entendimento entre civilizações.
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quarta-feira, 7 de Outubro de 2009
A Monarquia e o referendo
Há por aí um grupo de monárquicos – os tais que hasteiam bandeiras liberais em cada poste e candeeiro que encontram – a apelar à realização de um referendo como forma de restaurar a Monarquia em Portugal. Ora, para mim a questão é simples e resume-se em dois pontos: Em primeiro lugar, referendar a Monarquia é ir contra os seus mais elementares princípios, assentes na perenidade da Nação através da pessoa do Rei. E em segundo lugar, a Monarquia não é negociável, porque o Rei não é negociável e nem tão-pouco é a Monarquia que está em dívida para com a República. Como tal, se um bando de apátridas decidiu, agindo contra a própria Nação, falar em nome das gerações anteriores e posteriores e arrancar a Monarquia à força, é nosso dever e nossa missão enquanto verdadeiros portugueses, tudo fazer para que, à força, a Monarquia seja devolvida.
Adenda:
O camarada Afonso Miguel esmiuçou este assunto na perfeição. Por isso, façam o favor de lá passar, que vale a pena. E já agora, como hoje é quarta-feira, aproveitem também para fazer uma jantarada.
Adenda:
O camarada Afonso Miguel esmiuçou este assunto na perfeição. Por isso, façam o favor de lá passar, que vale a pena. E já agora, como hoje é quarta-feira, aproveitem também para fazer uma jantarada.
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terça-feira, 6 de Outubro de 2009
A propósito de 5 de Outubro...
Recordo um outro 5 de Outubro, este passado no ano de 1768, e que ficou conhecido como o dia do decreto contra o puritanismo, promulgado pelo déspota esclarecido Marquês de Pombal, e que, além de obrigar a nobreza a casar fora do seu estrato social (conspurcando assim uma linhagem que vinha desde a monarquia visigoda) ainda anulou a exclusividade de direitos da aristocracia hereditária, abrindo assim caminho à burguesia usurária e judaizante, cujo poder e influência se faz sentir até hoje, e a qual esteve na origem de todas as revoluções em Portugal (1820, 1910 e 1974). Tanto através das perseguições à nobreza como ao clero, foi o Marquês de Pombal quem permitiu que tal fosse possível.
Nota: evidentemente o termo puritanismo não assume aqui um significado religioso.
Nota: evidentemente o termo puritanismo não assume aqui um significado religioso.
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segunda-feira, 5 de Outubro de 2009
5 de Outubro

A 5 de Outubro de 1143 foi assinado o Tratado de Zamora, um acordo de paz entre Portugal e Castela, no qual o Rei Afonso VII de Leão e Castela reconhece a independência do Reino de Portugal e D. Afonso Henriques como o seu legítimo monarca. 767 anos depois, um grupo de bastardos resolve despojar a Pátria da sua soberania, entregando-a nas mãos barbárie republicana.
domingo, 4 de Outubro de 2009
Inverno Demográfico
Desde a década de 70 do século passado, o mundo, e em especial o mundo ocidental, tem vindo a ser inundado com propaganda anti-natalidade. Ao mesmo tempo que surgiram as primeiras políticas de liberalização do aborto, dos métodos contraceptivos, do divórcio, da eutanásia e dos "casamentos" gay, políticos, cientistas, economistas e engenheiros sociais dizem-nos que o futuro do planeta está condenado ao desaparecimento caso o crescimento populacional se mantenha. A solução passa inevitavelmente por reduzir a população ao máximo, tal como defende John Holdren. Porém, as evidências mostram-nos um cenário diferente:
Inverno Demográfico - o declínio da família humana.
Inverno Demográfico - o declínio da família humana.
quinta-feira, 1 de Outubro de 2009
A Vigília

(A Vigília, John Pettie)
Cai a noite em Terras de Santa Maria
É então chegada a hora da vigília
Sem nunca desmobilizar, acordar da letargia
Porque amanhã, nascerá um novo dia.
*Quadra da minha autoria, que, apesar da minha notória falta de jeito para os versos, dedico a todos os camaradas que me acompanham no Bom Combate.
É então chegada a hora da vigília
Sem nunca desmobilizar, acordar da letargia
Porque amanhã, nascerá um novo dia.
*Quadra da minha autoria, que, apesar da minha notória falta de jeito para os versos, dedico a todos os camaradas que me acompanham no Bom Combate.
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terça-feira, 29 de Setembro de 2009
Dia de São Miguel Arcanjo

São Miguel Arcanjo,
protegei-nos no combate,
defendei-nos com o vosso escudo
contra as armadilhas
e ciladas do Demónio.
Deus o submeta,
instantemente o pedimos;
e vós, Príncipe da Milícia Celeste,
pelo divino poder,
precipitai no inferno a Satanás
e aos outros espíritos malignos
que andam pelo mundo
procurando perder as almas.
Em nome do Pai, do Filho e do Espírito Santo.
Ámen.
protegei-nos no combate,
defendei-nos com o vosso escudo
contra as armadilhas
e ciladas do Demónio.
Deus o submeta,
instantemente o pedimos;
e vós, Príncipe da Milícia Celeste,
pelo divino poder,
precipitai no inferno a Satanás
e aos outros espíritos malignos
que andam pelo mundo
procurando perder as almas.
Em nome do Pai, do Filho e do Espírito Santo.
Ámen.
Nota: Esta oração foi composta pelo Papa Leão XIII após uma visão segundo a qual o Demónio iria submeter a Igreja a um período de provações. Assim, como forma de exorcizar o Demónio, o Papa ordenou que esta oração fosse rezada de joelhos no fim de cada Santa Missa. Hoje, a visão de Leão XIII está esquecida e a oração foi abandonada. Terá já terminado o período de provações? Enfim, rezemos...
Curiosidade: O primeiro cavaleiro: São Miguel Arcanjo. A cavalaria é a sucessora terrestre da milícia angélica.
Curiosidade: O primeiro cavaleiro: São Miguel Arcanjo. A cavalaria é a sucessora terrestre da milícia angélica.
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segunda-feira, 28 de Setembro de 2009
Na ressaca eleitoral
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sábado, 26 de Setembro de 2009
Declaração de voto

Nota: Uma vez mais entrego o meu voto ao Partido Nacional Renovador. E não o faço por qualquer comprometimento que tenha para com este partido, mas antes por ter um compromisso para com determinados valores que não abdico de defender e que só encontro representados no PNR. Valores como a Pátria, a Identidade, a Família, a Vida, a Segurança e a Justiça, são pilares fundamentais para quem ambiciona à Salvação Nacional. Da Pátria como expoente político; da Identidade como unidade pátria; da Família pela defesa da natalidade e pela rejeição do homossexualismo; da Vida pela rejeição do aborto e da eutanásia; da Segurança pela inviolabilidade da pessoa; e da Justiça pela sua desburocratização e eficácia, contra a corrupção.
Cruzar os braços e não votar no PNR ou votar noutro qualquer (o que vai dar ao mesmo) seria compactuar com a destruição de Portugal. Porque a diferença entre votar no PNR e não votar, é a diferença entre a salvaguarda de alguns elementos essenciais à Restauração Nacional e a sua perda total. Elementos esses, que uma vez perdidos, torna a Reconquista, senão impossível, praticamente impossível. E nada mais havendo para salvaguardar, todo o esforço posterior torna-se inútil. É então nosso dever suster o progresso da situação, donde o partido é a base de sustentação, para depois a inverte-la no bom sentido.
Daí, creio que é fundamental agirmos de forma inteligente, uma vez que também não estamos em posição de fazer grandes exigências, por estarmos em território hostil. É o PNR o meu partido de eleição? Não. Mas também a democracia não é o meu ideal político. Apesar disso, quer se goste ou não, a democracia existe. Não vale a pena meter a cabeça na areia e fingir que ela não existe, porque existe. E existindo é importante saber usar os mecanismos disponíveis para fazer passar a Mensagem. Mensagem que não é meramente política, mas que está para além da política. E por isso, é também muito importante estarmos cientes que o trabalho não se fica pela vitória política. A batalha trava-se sobretudo no domínio espiritual e cultural. O partido político é apenas o princípio e não o fim. Como tal, não vale a pena lastimarmo-nos com a esterilidade dos portugueses se também não fazemos nada para que as coisas mudem.
Quanto aos católicos nacionalistas, meus irmãos de Fé e Raça, que têm algum receio de votar no PNR por este não ser um partido confessional, eu relembro que o saudoso Arcebispo Marcel Lefebvre aconselhava o voto na Front National por esta defender um conjunto de valores comuns ao Catolicismo tradicional (ou verdadeiro Catolicismo). Seria a FN um partido confessional? Não. Mas também mais nenhum partido o era, e muito menos o regime republicano/democrático, que é laico.
Já no nosso caso, existe melhor partido do que o PNR? Não. Então é nosso dever não contribuir para um reforço dos "piores", ao mesmo tempo que persistimos no Bom Combate.
Cruzar os braços e não votar no PNR ou votar noutro qualquer (o que vai dar ao mesmo) seria compactuar com a destruição de Portugal. Porque a diferença entre votar no PNR e não votar, é a diferença entre a salvaguarda de alguns elementos essenciais à Restauração Nacional e a sua perda total. Elementos esses, que uma vez perdidos, torna a Reconquista, senão impossível, praticamente impossível. E nada mais havendo para salvaguardar, todo o esforço posterior torna-se inútil. É então nosso dever suster o progresso da situação, donde o partido é a base de sustentação, para depois a inverte-la no bom sentido.
Daí, creio que é fundamental agirmos de forma inteligente, uma vez que também não estamos em posição de fazer grandes exigências, por estarmos em território hostil. É o PNR o meu partido de eleição? Não. Mas também a democracia não é o meu ideal político. Apesar disso, quer se goste ou não, a democracia existe. Não vale a pena meter a cabeça na areia e fingir que ela não existe, porque existe. E existindo é importante saber usar os mecanismos disponíveis para fazer passar a Mensagem. Mensagem que não é meramente política, mas que está para além da política. E por isso, é também muito importante estarmos cientes que o trabalho não se fica pela vitória política. A batalha trava-se sobretudo no domínio espiritual e cultural. O partido político é apenas o princípio e não o fim. Como tal, não vale a pena lastimarmo-nos com a esterilidade dos portugueses se também não fazemos nada para que as coisas mudem.
Quanto aos católicos nacionalistas, meus irmãos de Fé e Raça, que têm algum receio de votar no PNR por este não ser um partido confessional, eu relembro que o saudoso Arcebispo Marcel Lefebvre aconselhava o voto na Front National por esta defender um conjunto de valores comuns ao Catolicismo tradicional (ou verdadeiro Catolicismo). Seria a FN um partido confessional? Não. Mas também mais nenhum partido o era, e muito menos o regime republicano/democrático, que é laico.
Já no nosso caso, existe melhor partido do que o PNR? Não. Então é nosso dever não contribuir para um reforço dos "piores", ao mesmo tempo que persistimos no Bom Combate.
sexta-feira, 25 de Setembro de 2009
quinta-feira, 24 de Setembro de 2009
terça-feira, 22 de Setembro de 2009
domingo, 20 de Setembro de 2009
sábado, 19 de Setembro de 2009
Em tempo de eleições – V
Recordo a reportagem da Focus, A Vida Secreta de José Sócrates:








Outras recomendações:
– Em tempo de eleições - IV
– Em tempo de eleições - III
– Em tempo de eleições - II
– Em tempo de eleições - I








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– Em tempo de eleições - III
– Em tempo de eleições - II
– Em tempo de eleições - I
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sexta-feira, 18 de Setembro de 2009
A bem da Democracia (III)
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domingo, 13 de Setembro de 2009
Monsenhor Williamson sobre o 11 de Setembro
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sábado, 12 de Setembro de 2009
Como a Igreja Católica construiu a Civilização Ocidental
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terça-feira, 8 de Setembro de 2009
Para além do Integralismo
O Integralismo só pode viver com a condição de se ultrapassar. O nacionalismo, só por si, é uma ideia morta. Todo o nosso esforço, limitado à proclamação do interesse nacional e, partindo desta premissa, desenvolvido na dedução de todo um lógico sistema, brilhará com a luz da verdade, mas essa luz não será calor nem vida.
O nacionalismo acaba na nação? Nesse caso, morre. E como pode acabar e morrer o Integralismo, se este nome etimologicamente significa uma tendência para o que é completo e perfeito, uma aspiração universal, uma vontade intransigente de grandeza e duração?
Não basta dizer: Tudo o que é nacional é nosso.
É preciso acrescentar: Tudo o que é humano é nosso.
Impõe-se finalmente concluir: É nosso tudo o que é divino.
Já Valois trouxera inesperadamente para a sua economia a sentença bíblica: Procura primeiro o reino dos Céus e a sua justiça e tudo o mais te será dado por acréscimo. Numa dedução de altíssima filosofia, num raciocínio ascensional em que palpita a intuição do génio, este mestre demonstra que não se vence sem um método, que o método de nada serve sem uma doutrina, que esta doutrina precisa de ser de ordem geral e não de qualquer ordem geral, mas daquela ordem mais geral e primária, que se liga ao conceito universal de Deus.
Viver, por este princípio, identifica-se com crer e crer é, essencialmente, a adesão da personalidade ao Deus verdadeiro.
A falta de vida religiosa tira às ideias o seu prestígio, embota a razão, arruína a ordem, gera a guerra de todos contra todos e asfixia a família e a oficina, porque tira ao homem a única razão de trabalhar e o seu sentido espiritualista ao preceito: Crescei e multiplicai-vos.
Para viver é preciso ter uma religião, ao menos uma religião falsa. As religiões falsas, que provam a verdadeira, são formas de vida, enérgica, ampla, embora falsa. O bolchevismo só vive e tem os seus triunfos, porque é, não uma revolta de estômagos, mas uma religião satânica nas consciências.
Para que o integralismo triunfe é preciso que ele seja em certa maneira um movimento religioso, uma cruzada, não só nacional, mas humana, não só humana, mas religiosa. Na política portuguesa fizemos a inovação de um método de combate (a audácia, o espírito de sacrifício, o espírito de organização), mas o método, embora novo, não nos bastava, nem valia em si próprio, mas sim como inspirado por uma doutrina (a soberania do Interesse Nacional, a apologia da Monarquia, a condenação da Democracia).
Como não somos nós, mas a nação, o verdadeiro agente do movimento integralista, deve concluir-se que o ideal puramente nacionalista do integralismo peca por falta de universalidade. E assim devemos procurar uma doutrina que exceda e ao mesmo tempo realize o integralismo, porque só essa doutrina pode dar-nos vida, vitória e salvação. Esta doutrina é a dá Cruzada.
Demos à nossa campanha um escopo mais alto do que o de pôr em ordem a pequena casa lusitana para nela vivermos com honra e proveito; consideremo-nos antes os soldados de uma guerra mais vasta em que defendemos a própria humanidade contra a barbárie democrática e o próprio Deus contra o orgulho satânico da Revolução.
Acreditemos numa vocação apostólica de Portugal. As qualidades e a unidade da raça, a homogeneidade do território, a nossa condição de nação pequena, o ruralismo fundamental, sem grandes massas proletárias e portanto sem outro bolchevismo além do que os políticos fomentam, o que não exclui riqueza porque a temos nas colónias, o próprio martírio colectivo que vamos sofrendo em reparação de culpas antigas, o valiosíssimo património intelectual que representa a doutrina nacionalista, finalmente a lembrança sempre viva das glórias da nossa História – são causas múltiplas de acreditar que Portugal, uma vez reorganizado nas suas instituições, daria à Europa um modelo vivo da nova ordem, que à Europa seria a solução dos seus sangrentos problemas.
Pela Espanha e nos vastos horizontes que uma política peninsular nos proporcionaria, o contágio deste exemplo certamente se estenderia muito ao largo pelo mundo latino e teríamos um maximalismo reaccionário ocidental, que será puramente essa restauração da cristandade cuja esperança Valois me dizia ter, falando em nome da alma comum que de Roma ambos tínhamos recebido, ele o mestre, o genial renovador da Economia, eu o humilde soldado, unidos, porém, na mesma aspiração, não já da glória de Portugal ou da França, mas sim da ressurreição do homem em Cristo, das nações livres e irmãs na cristandade.
– José Pequito Rebelo, in jornal a Monarquia, 7 de Janeiro de 1922.
O nacionalismo acaba na nação? Nesse caso, morre. E como pode acabar e morrer o Integralismo, se este nome etimologicamente significa uma tendência para o que é completo e perfeito, uma aspiração universal, uma vontade intransigente de grandeza e duração?
Não basta dizer: Tudo o que é nacional é nosso.
É preciso acrescentar: Tudo o que é humano é nosso.
Impõe-se finalmente concluir: É nosso tudo o que é divino.
Já Valois trouxera inesperadamente para a sua economia a sentença bíblica: Procura primeiro o reino dos Céus e a sua justiça e tudo o mais te será dado por acréscimo. Numa dedução de altíssima filosofia, num raciocínio ascensional em que palpita a intuição do génio, este mestre demonstra que não se vence sem um método, que o método de nada serve sem uma doutrina, que esta doutrina precisa de ser de ordem geral e não de qualquer ordem geral, mas daquela ordem mais geral e primária, que se liga ao conceito universal de Deus.
Viver, por este princípio, identifica-se com crer e crer é, essencialmente, a adesão da personalidade ao Deus verdadeiro.
A falta de vida religiosa tira às ideias o seu prestígio, embota a razão, arruína a ordem, gera a guerra de todos contra todos e asfixia a família e a oficina, porque tira ao homem a única razão de trabalhar e o seu sentido espiritualista ao preceito: Crescei e multiplicai-vos.
Para viver é preciso ter uma religião, ao menos uma religião falsa. As religiões falsas, que provam a verdadeira, são formas de vida, enérgica, ampla, embora falsa. O bolchevismo só vive e tem os seus triunfos, porque é, não uma revolta de estômagos, mas uma religião satânica nas consciências.
Para que o integralismo triunfe é preciso que ele seja em certa maneira um movimento religioso, uma cruzada, não só nacional, mas humana, não só humana, mas religiosa. Na política portuguesa fizemos a inovação de um método de combate (a audácia, o espírito de sacrifício, o espírito de organização), mas o método, embora novo, não nos bastava, nem valia em si próprio, mas sim como inspirado por uma doutrina (a soberania do Interesse Nacional, a apologia da Monarquia, a condenação da Democracia).
Como não somos nós, mas a nação, o verdadeiro agente do movimento integralista, deve concluir-se que o ideal puramente nacionalista do integralismo peca por falta de universalidade. E assim devemos procurar uma doutrina que exceda e ao mesmo tempo realize o integralismo, porque só essa doutrina pode dar-nos vida, vitória e salvação. Esta doutrina é a dá Cruzada.
Demos à nossa campanha um escopo mais alto do que o de pôr em ordem a pequena casa lusitana para nela vivermos com honra e proveito; consideremo-nos antes os soldados de uma guerra mais vasta em que defendemos a própria humanidade contra a barbárie democrática e o próprio Deus contra o orgulho satânico da Revolução.
Acreditemos numa vocação apostólica de Portugal. As qualidades e a unidade da raça, a homogeneidade do território, a nossa condição de nação pequena, o ruralismo fundamental, sem grandes massas proletárias e portanto sem outro bolchevismo além do que os políticos fomentam, o que não exclui riqueza porque a temos nas colónias, o próprio martírio colectivo que vamos sofrendo em reparação de culpas antigas, o valiosíssimo património intelectual que representa a doutrina nacionalista, finalmente a lembrança sempre viva das glórias da nossa História – são causas múltiplas de acreditar que Portugal, uma vez reorganizado nas suas instituições, daria à Europa um modelo vivo da nova ordem, que à Europa seria a solução dos seus sangrentos problemas.
Pela Espanha e nos vastos horizontes que uma política peninsular nos proporcionaria, o contágio deste exemplo certamente se estenderia muito ao largo pelo mundo latino e teríamos um maximalismo reaccionário ocidental, que será puramente essa restauração da cristandade cuja esperança Valois me dizia ter, falando em nome da alma comum que de Roma ambos tínhamos recebido, ele o mestre, o genial renovador da Economia, eu o humilde soldado, unidos, porém, na mesma aspiração, não já da glória de Portugal ou da França, mas sim da ressurreição do homem em Cristo, das nações livres e irmãs na cristandade.
– José Pequito Rebelo, in jornal a Monarquia, 7 de Janeiro de 1922.
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domingo, 6 de Setembro de 2009
A igualdade dos Homens
Que todos os homens são iguais é uma proposição à qual, em tempos normais, nenhum ser humano sensato deu, alguma vez, o seu assentimento. Um homem que tem de se submeter a uma operação perigosa não age sob a presunção de que tão bom é um médico como outro qualquer. Os editores não imprimem todas as obras que lhes chegam às mãos. E quando são precisos funcionários públicos, até os governos mais democráticos fazem uma selecção cuidadosa entre os seus súbditos teoricamente iguais.
Em tempos normais, portanto, estamos perfeitamente certos de que os Homens não são iguais. Mas quando, num país democrático, pensamos ou agimos politicamente, não estamos menos certos de que os Homens são iguais. Ou, pelo menos – o que na prática vem ser a mesma coisa – procedemos como se estivéssemos certos da igualdade dos Homens.
Aldous Huxley, in "Sobre a Democracia e Outros Estudos", 1927.
Em tempos normais, portanto, estamos perfeitamente certos de que os Homens não são iguais. Mas quando, num país democrático, pensamos ou agimos politicamente, não estamos menos certos de que os Homens são iguais. Ou, pelo menos – o que na prática vem ser a mesma coisa – procedemos como se estivéssemos certos da igualdade dos Homens.
Aldous Huxley, in "Sobre a Democracia e Outros Estudos", 1927.
sexta-feira, 4 de Setembro de 2009
Em tempo de eleições – II
Contos Proibidos: Memórias de um PS desconhecido, de Rui Mateus.
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quinta-feira, 3 de Setembro de 2009
segunda-feira, 31 de Agosto de 2009
Gustave Doré
Aos que apreciam as ilustrações de Gustave Doré, como o exemplar que aqui deixei, convido a visitarem o site Gustave Doré Art Images, onde podem contemplar uma boa parte da sua obra.
E aos incrédulos...
...que vêm os postais anteriores como delírios descabidos, convido a darem uma vista de olhos no Talmude, texto central do Judaísmo e que em hebraico quer dizer "ensinamento". Ora vejam e confiram:
– Fora da Igreja não há Salvação
– Israelixo
– Stormfront
– Radio Islam
– Fora da Igreja não há Salvação
– Israelixo
– Stormfront
– Radio Islam
sábado, 29 de Agosto de 2009
A democracia é naturalmente mais corrupta
Os homens são atormentados pelo pecado original dos seus instintos anti-sociais, que permanecem mais ou menos uniformes através dos tempos. A tendência para a corrupção está implantada na natureza humana desde o princípio. Alguns homens têm força suficiente para resistir a essa tendência, outros não a têm. Tem havido corrupção sob todo o sistema de governo. A corrupção sob o sistema democrático não é pior, nos casos individuais, do que a corrupção sob a autocracia. Há meramente mais, pela simples razão de que onde o governo é popular, mais gente tem oportunidade para agir corruptamente à custa do Estado do que nos países onde o governo é autocrático. Nos estados autocraticamente organizados, o espólio do governo é compartilhado entre poucos. Nos estados democráticos há muito mais pretendentes, que só podem ser satisfeitos com uma quantidade muito maior de espólio que seria necessário para satisfazer os poucos aristocratas. A experiência demonstrou que o governo democrático é geralmente muito mais dispendioso do que o governo por poucos.
Aldous Huxley, in "Sobre a Democracia e Outros Estudos", 1927.
Aldous Huxley, in "Sobre a Democracia e Outros Estudos", 1927.
A bem da Democracia (I)
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quinta-feira, 27 de Agosto de 2009
quarta-feira, 26 de Agosto de 2009
Fórmula de adesão ao Integralismo Lusitano
Devido ao recente interesse suscitado em torno do Integralismo Lusitano, considero ser oportuno reproduzir aqui a fórmula de adesão ao Integralismo, publicada no jornal "a Monarquia" a 5 de Abril de 1923:
Integralismo Lusitano
Por encargo da Junta Central, tenho a honra de apresentar aos nossos camaradas o que será a fórmula de adesão ao Integralismo, no próximo momento do seu pleno regresso à actividade de propaganda.
– José Pequito Rebelo
Adesão ao Integralismo
I – Creio em Portugal, no seu passado e no seu futuro. O seu interesse e a sua honra são a minha lei e a lei superior de todos os indivíduos e instituições portuguesas.
Creio na Nação e na Tradição, na Grei e na Lei.
II – É essencial ao interesse e à honra nacional a existência de um Rei hereditário, guardando no seu poder próprio a tradição e governando os interesses gerais do País assistido pela consulta da Representação Nacional. O Rei é livre.
III – São livres na Nação, sob a autoridade protectora do Rei e sobre o fundamento da Família e da Propriedade Cristã, os Municípios, as Províncias e as Corporações. Todo o país, na sua administração, na sua riqueza, no seu Espírito, deve estar organizado em corporações e federações constituídas segundo interesses de produção e não segundo classes económicas.
IV – A anti-nação é formada pelos maçãos, pelos políticos, pelos plutocratas, pelos estrangeiros, que nenhuma parte devem ter no Governo. Contra eles, o Rei se apoiará na Nação e na nobreza, que será o escol moral, hereditário e aberto de todas as profissões, exercendo funções de serviço e interesse público com o prémio de certas honras e regalias.
V – A Representação Nacional é formada pelos procuradores dos corpos organizados da Nação (Municípios e Corporações).
VI – A Igreja Católica, reinvestida em toda a sua liberdade, direitos e magistério espiritual, será reconhecida como Protectora da Nacionalidade e da Civilização.
VII – O Rei legítimo é aquele que indicam as leis da Sucessão e aclamarem as Cortes Gerais dos Municípios e das Corporações. É condição essencial da legitimidade que o Rei esteja identificado com a Lei, com os princípios da Monarquia Portuguesa, repudiando os princípios estrangeiros.
VIII – O génio da Nação fez, a Monarquia e a restaurará primeiro nos espíritos e na vida social, e depois, através da acção nacional, na vida do Estado. A proclamação, sob o nome de Monarquia, do Constitucionalismo será nefasta à Restauração Nacional. Quanto mais forte e próspera estiver a Nação, mais facilmente expulsará a República que tira forças da ruína nacional.
IX – A República (como o foi o Constitucionalismo) é o sacrilégio, o roubo e o assassinato, e também é o poder. É dever nacional combater na República o sacrilégio, o roubo e o assassinato e substituir o seu poder de facto pelo poder das instituições legítimas. A queda da República deve, porém, ser precedida pelo advento da Monarquia nos espíritos, na vida social e na acção nacional. A queda da República far-se-á como obra espontânea da Nação, pelo braço dos portugueses que forem os seus mandatários, num momento de evidente necessidade de salvação pública.
Creio na Nação e na Tradição, na Grei e na Lei.
II – É essencial ao interesse e à honra nacional a existência de um Rei hereditário, guardando no seu poder próprio a tradição e governando os interesses gerais do País assistido pela consulta da Representação Nacional. O Rei é livre.
III – São livres na Nação, sob a autoridade protectora do Rei e sobre o fundamento da Família e da Propriedade Cristã, os Municípios, as Províncias e as Corporações. Todo o país, na sua administração, na sua riqueza, no seu Espírito, deve estar organizado em corporações e federações constituídas segundo interesses de produção e não segundo classes económicas.
IV – A anti-nação é formada pelos maçãos, pelos políticos, pelos plutocratas, pelos estrangeiros, que nenhuma parte devem ter no Governo. Contra eles, o Rei se apoiará na Nação e na nobreza, que será o escol moral, hereditário e aberto de todas as profissões, exercendo funções de serviço e interesse público com o prémio de certas honras e regalias.
V – A Representação Nacional é formada pelos procuradores dos corpos organizados da Nação (Municípios e Corporações).
VI – A Igreja Católica, reinvestida em toda a sua liberdade, direitos e magistério espiritual, será reconhecida como Protectora da Nacionalidade e da Civilização.
VII – O Rei legítimo é aquele que indicam as leis da Sucessão e aclamarem as Cortes Gerais dos Municípios e das Corporações. É condição essencial da legitimidade que o Rei esteja identificado com a Lei, com os princípios da Monarquia Portuguesa, repudiando os princípios estrangeiros.
VIII – O génio da Nação fez, a Monarquia e a restaurará primeiro nos espíritos e na vida social, e depois, através da acção nacional, na vida do Estado. A proclamação, sob o nome de Monarquia, do Constitucionalismo será nefasta à Restauração Nacional. Quanto mais forte e próspera estiver a Nação, mais facilmente expulsará a República que tira forças da ruína nacional.
IX – A República (como o foi o Constitucionalismo) é o sacrilégio, o roubo e o assassinato, e também é o poder. É dever nacional combater na República o sacrilégio, o roubo e o assassinato e substituir o seu poder de facto pelo poder das instituições legítimas. A queda da República deve, porém, ser precedida pelo advento da Monarquia nos espíritos, na vida social e na acção nacional. A queda da República far-se-á como obra espontânea da Nação, pelo braço dos portugueses que forem os seus mandatários, num momento de evidente necessidade de salvação pública.
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Em defesa do Integralismo
Com pouca disponibilidade de tempo para a blogosfera nos últimos dias, respondo agora e de forma breve a este postal do colega de blogosfera Orlando Braga:
O Orlando diz ser ele o verdadeiro "reaccionário" – quem sabe se não também o presidente da junta – e teoriza, afirmando que o Integralismo Lusitano é filho de Rousseau. Para isso, baseia-se na afirmação de Pequito Rebelo: Na democracia é soberano o povo e na monarquia é soberana a nação. Segundo o filósofo esta é a prova que representa a dissociação entre o Povo e a Nação prevista no Contrato Social com o princípio da vontade geral.
Da tese do Orlando, estava seriamente tentado a avaliá-la como sendo uma desonestidade intelectual. Mas como desconheço a real intenção do autor ao elaborar o texto, tomo-a como uma mera excentricidade, algo certamente fortuito, um pequeno lapso. Pois quem conhece o Integralismo Lusitano sabe que se há coisa que ele rejeita é o princípio da vontade geral, sendo assumidamente anti-democrata e defendendo um sistema orgânico corporativo representado em Cortes – sistema em tudo semelhante ao medieval.
Da afirmação de Pequito Rebelo, desconheço a origem e o contexto da frase, o que é crucial para o estudo do Integralismo Lusitano. Pois após a morte de António Sardinha, este sofreu um grave revés com muitos integralistas a tornarem-se desertores, traidores à causa e – agora sim – adeptos da vontade geral. Ainda assim, creio que não é possível estabelecer uma tese anti-integralista como tentou fazer o Orlando. Uma frase solta é insuficiente para avaliar toda uma doutrina, ou pior do que isso, assumir refutá-la. E se, com alguma malícia, formos picuinhas ao ponto de analisar frase a frase, certamente que encontraremos muitos erros formais – não necessariamente de conteúdo – visto que toda a obra humana está investida de erro.
Mas como não esmoreço, parto em defesa da doutrina integralista, por não encontrar erro de substância na afirmação de Pequito Rebelo. Na verdade, a questão semântica levantada pelo Orlando para rejeitar o Integralismo é falsa. E é falsa, na medida em que na oração em questão, "povo" não assume o seu significado original, mas sim aquele que lhe foi atribuído posteriormente pelos acólitos da vontade geral. Ou seja, não foi Pequito Rebelo quem dissociou o Povo da Nação. Este apenas tomou o "povo" pela sua noção subvertida de "número" ou "massa" – o que também pode ser perceptível pelo não uso de maiúsculas – e o utilizou para contrariar o sistema democrático, expondo a sua forma arbitrária e ao qual contrapôs a Nação integral. E dessa forma, a frase de Pequito Rebelo ganha todo o sentido. Não se trata portanto de separar, mas sim de agregar em torno do corpo comum que é a Nação e do qual não é necessário nenhum "contrato social" para se pertencer. É então precisamente pelo Povo que é Nação e contra essa visão dilacerada de massa numérica democrática que se insurge Pequito Rebelo e o Integralismo Lusitano.
***
Para os interessados, relembro a proposta integralista de organização política nacional.
O Orlando diz ser ele o verdadeiro "reaccionário" – quem sabe se não também o presidente da junta – e teoriza, afirmando que o Integralismo Lusitano é filho de Rousseau. Para isso, baseia-se na afirmação de Pequito Rebelo: Na democracia é soberano o povo e na monarquia é soberana a nação. Segundo o filósofo esta é a prova que representa a dissociação entre o Povo e a Nação prevista no Contrato Social com o princípio da vontade geral.
Da tese do Orlando, estava seriamente tentado a avaliá-la como sendo uma desonestidade intelectual. Mas como desconheço a real intenção do autor ao elaborar o texto, tomo-a como uma mera excentricidade, algo certamente fortuito, um pequeno lapso. Pois quem conhece o Integralismo Lusitano sabe que se há coisa que ele rejeita é o princípio da vontade geral, sendo assumidamente anti-democrata e defendendo um sistema orgânico corporativo representado em Cortes – sistema em tudo semelhante ao medieval.
Da afirmação de Pequito Rebelo, desconheço a origem e o contexto da frase, o que é crucial para o estudo do Integralismo Lusitano. Pois após a morte de António Sardinha, este sofreu um grave revés com muitos integralistas a tornarem-se desertores, traidores à causa e – agora sim – adeptos da vontade geral. Ainda assim, creio que não é possível estabelecer uma tese anti-integralista como tentou fazer o Orlando. Uma frase solta é insuficiente para avaliar toda uma doutrina, ou pior do que isso, assumir refutá-la. E se, com alguma malícia, formos picuinhas ao ponto de analisar frase a frase, certamente que encontraremos muitos erros formais – não necessariamente de conteúdo – visto que toda a obra humana está investida de erro.
Mas como não esmoreço, parto em defesa da doutrina integralista, por não encontrar erro de substância na afirmação de Pequito Rebelo. Na verdade, a questão semântica levantada pelo Orlando para rejeitar o Integralismo é falsa. E é falsa, na medida em que na oração em questão, "povo" não assume o seu significado original, mas sim aquele que lhe foi atribuído posteriormente pelos acólitos da vontade geral. Ou seja, não foi Pequito Rebelo quem dissociou o Povo da Nação. Este apenas tomou o "povo" pela sua noção subvertida de "número" ou "massa" – o que também pode ser perceptível pelo não uso de maiúsculas – e o utilizou para contrariar o sistema democrático, expondo a sua forma arbitrária e ao qual contrapôs a Nação integral. E dessa forma, a frase de Pequito Rebelo ganha todo o sentido. Não se trata portanto de separar, mas sim de agregar em torno do corpo comum que é a Nação e do qual não é necessário nenhum "contrato social" para se pertencer. É então precisamente pelo Povo que é Nação e contra essa visão dilacerada de massa numérica democrática que se insurge Pequito Rebelo e o Integralismo Lusitano.
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Para os interessados, relembro a proposta integralista de organização política nacional.
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domingo, 23 de Agosto de 2009
Os moderados – III
O Orlando gosta das coisas bem definidas. Como tal, desta vez vou tentar – pelo menos dentro do possível – não fazer desfeita e dar mais uma ajuda na sua compreensão. Para isso recorro ao exemplo do Integralismo Lusitano. O Integralismo Lusitano foi um movimento político-cultural surgido no início do século XX como reacção ao republicanismo. Tendo como principal teorizador o Mestre António Sardinha, o movimento desde cedo mostrou semelhanças com a Action Française de Charles Maurras, apresentando como principais ideias o nacionalismo integral e a monarquia tradicional, orgânica e anti-parlamentar. Hoje, 76 anos após a sua dissolução, o Integralismo Lusitano ainda colhe alguns adeptos – dentro dos quais também me incluo. Todavia, dentro destes adeptos, temos também aqueles que se gostam de denominar "moderados". Estes "moderados" ou pseudo-integralistas, conforme as características que tenho enunciado, têm vindo a adulterar algumas características da doutrina integralista por ser politicamente incorrecta aos olhos do mundo moderno, como por exemplo na problemática do relativismo cultural. Contudo, o próprio Integralismo Lusitano também apresentava no seu ideário uma proposta de combate aos estrangeirismos, algo quase obsceno para os "moderados", mas que pode ser encontrado em primeira instância na Fórmula de Adesão ao Integralismo, ponto IV: A anti-nação é formada pelos maçãos, pelos políticos, pelos plutocratas, pelos estrangeiros, que nenhuma parte devem ter no Governo. Contra eles, o Rei se apoiará na Nação e na nobreza, que será o escol moral, hereditário e aberto de todas as profissões, exercendo funções de serviço e interesse público com o prémio de certas honras e regalias.
Curiosamente esta ideia de anti-nação não é original ao Integralismo, podendo também encontrar paralelo na «anti-França», seguindo a definição do Mestre Maurras, que era composta por «quatros estados confederados»: protestantes, judeus, maçons e estrangeiros – sendo que os três primeiros já representavam uma espécie de estrangeiros.
***
Mas como a "moderação" não se fica por aqui, recomendo ainda uma leitura à análise do livro "Filhos de Ramires - As origens do Integralismo Lusitano" feita pelo Professor António José de Brito: aqui e aqui.
Curiosamente esta ideia de anti-nação não é original ao Integralismo, podendo também encontrar paralelo na «anti-França», seguindo a definição do Mestre Maurras, que era composta por «quatros estados confederados»: protestantes, judeus, maçons e estrangeiros – sendo que os três primeiros já representavam uma espécie de estrangeiros.
***
Mas como a "moderação" não se fica por aqui, recomendo ainda uma leitura à análise do livro "Filhos de Ramires - As origens do Integralismo Lusitano" feita pelo Professor António José de Brito: aqui e aqui.
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sábado, 22 de Agosto de 2009
Os moderados – II
Pelos muitos erros assimilados, os "moderados" são levados pela mesma lógica progressista de desconstrução do Pensamento. Adoptam mentiras e preconceitos modernos, resultando assim na corrupção da Doutrina com a sua rendição aos dogmas do pensamento politicamente correcto, que não é mais do que uma súmula de falácias socialmente consentidas e onde figuram todo o tipo de barbaridades.
Muitos ditos tradicionalistas são hoje verdadeiros revisionistas, no pior sentido do termo. Não admitindo a Doutrina por inteiro, tentam deturpá-la fazendo uso dos seus mais baixos instintos. Mas para estes, também o Mestre Pimenta deu do seu santo remédio: A tolerância é filha do cepticismo. Quem não se bate por uma ideia é que não crê nela; quem não age por um sentimento, é porque não sente a acção deste. Crer que se possui a Verdade implica necessariamente a repugnância formal por quem a não possui, e a reacção integral e efectiva perante qualquer afronta que se lhe faça.
Muitos ditos tradicionalistas são hoje verdadeiros revisionistas, no pior sentido do termo. Não admitindo a Doutrina por inteiro, tentam deturpá-la fazendo uso dos seus mais baixos instintos. Mas para estes, também o Mestre Pimenta deu do seu santo remédio: A tolerância é filha do cepticismo. Quem não se bate por uma ideia é que não crê nela; quem não age por um sentimento, é porque não sente a acção deste. Crer que se possui a Verdade implica necessariamente a repugnância formal por quem a não possui, e a reacção integral e efectiva perante qualquer afronta que se lhe faça.
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Os moderados – I
Existem algumas pessoas que gostam de se dizer adeptas do Nacionalismo, do Tradicionalismo e do Integralismo. Contudo não se coíbem de incorporar no seu espírito certos erros do nosso tempo, tornando-se então mais atraentes aos olhos do mundo e assumindo assim o papel de "moderados". Ora como eu desconheço a "moderação" e para evitar confundi-la com "deserção", prefiro então manter-me fiel e dizer como o Mestre Alfredo Pimenta: É possível que o meu Nacionalismo seja exagerado. Mas com esse pecado morrerei e sem contrição. Porque fui sempre e sou incapaz de me fazer com inimigos da minha Pátria. Que os do Nacionalismo temperado, os do Nacionalismo pesado, medido, contado e neutro entrem em combinações, arranjos e traquibérnias; eu, não. A minha Pátria acima de todas, e acima de tudo. – in "A Nação", 03/01/1948.
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terça-feira, 18 de Agosto de 2009
segunda-feira, 17 de Agosto de 2009
Rap nacionalista

Goldofaf é um jovem cantor francês e um excelente exemplo daquilo que deve ser a metapolítica e o combate cultural. Apresentando-se como católico, nacionalista e contra-revolucionário, Goldofaf assume uma postura inovadora e descomplexada, juntando a modernidade da música rap à tradição das ideias.
Eis algumas das suas músicas: "Vivre pour l'Honneur de la Patrie", "Gravé dans la roche", "Génération FAF", "Souvenir Vendéen" e "Hommage à Rex".
Eis algumas das suas músicas: "Vivre pour l'Honneur de la Patrie", "Gravé dans la roche", "Génération FAF", "Souvenir Vendéen" e "Hommage à Rex".
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sexta-feira, 14 de Agosto de 2009
Vieram para ficar
Num quase certo fim da Europa, passo a divulgar mais uns quantos dados noticiosos que confirmam a gravidade da situação para que tenho vindo a alertar:
– 45 mil imigrantes adquirem nacionalidade;
– Desmantelada rede envolvida em "casamentos brancos" para legalização de imigrantes;
– Dois em cada 15 bebés são filhos de estrangeiros;
– Há mais imigrantes a chegar a Portugal;
– Imigrantes: Manifestação em Lisboa com cerca de mil pessoas;
– Lisboa: 11 mil dos 15 mil habitantes do Socorro são imigrantes;
– Mortes superaram nascimentos em Portugal;
– Natalidade aumentou graças a imigrantes;
– Número de emigrantes sobe 50% na Europa;
– Número de imigrantes que pediram para ser portugueses quadruplicou;
– Por cada 15 imigrantes saem 100 portugueses;
– Portugal concedeu a nacionalidade portuguesa a 13 mil crianças filhas de imigrantes;
– Portugal contabilizava 440.277 imigrantes legais em 2008;
– Portugueses serão menos 700 mil em 2050.
Daqui retenho o essencial: Numa época de profunda crise civilizacional, como a actual, é importante que os últimos europeus, os derradeiros resistentes, tenham bem vivo na memória a sua própria História. Sendo a História parte da Tradição, por ser também Herança, é ela que estabelece o vínculo indissociável entre Passado e Presente, entre as gerações de ontem e as de hoje. A Tradição é o nosso alicerce, que nos suporta em caso de tormenta, e a nossa bússola, que nos orienta em caso de desnorte. Por isso, é fundamental termos memória histórica e sobretudo, para neste caso concreto, que não nos esqueçamos das invasões mouras na Península Ibérica, das incursões sarracenas no Sul de Itália, das hordas mongóis no Leste e Centro Europeu, ou ainda das ofensivas turcas otomanas nos Balcãs.
Todavia a História, além de nos orientar, serve igualmente para nos actualizar. E também por isso é essencial que tenhamos a percepção que hoje ela é escrita de maneira diferente. Hoje as invasões não são meras conquistas de poder com origens e fins definidos e nem tão-pouco se fazem com armas e pela guerra. As invasões hoje são verdadeiras substituições culturais que se fazem com a complacência das autoridades políticas e económicas, locais e globais. É o derradeiro processo de espoliação: conspurcar a Alma e o Corpo da Civilização. E é por isto que eu digo que devemos estar mais atentos do que nunca. O combate que se quer é acima de tudo metapolítico. E a contra-revolução, ou a boa revolução, exercesse essencialmente nos espíritos. Só faltam os soldados!
– 45 mil imigrantes adquirem nacionalidade;
– Desmantelada rede envolvida em "casamentos brancos" para legalização de imigrantes;
– Dois em cada 15 bebés são filhos de estrangeiros;
– Há mais imigrantes a chegar a Portugal;
– Imigrantes: Manifestação em Lisboa com cerca de mil pessoas;
– Lisboa: 11 mil dos 15 mil habitantes do Socorro são imigrantes;
– Mortes superaram nascimentos em Portugal;
– Natalidade aumentou graças a imigrantes;
– Número de emigrantes sobe 50% na Europa;
– Número de imigrantes que pediram para ser portugueses quadruplicou;
– Por cada 15 imigrantes saem 100 portugueses;
– Portugal concedeu a nacionalidade portuguesa a 13 mil crianças filhas de imigrantes;
– Portugal contabilizava 440.277 imigrantes legais em 2008;
– Portugueses serão menos 700 mil em 2050.
Daqui retenho o essencial: Numa época de profunda crise civilizacional, como a actual, é importante que os últimos europeus, os derradeiros resistentes, tenham bem vivo na memória a sua própria História. Sendo a História parte da Tradição, por ser também Herança, é ela que estabelece o vínculo indissociável entre Passado e Presente, entre as gerações de ontem e as de hoje. A Tradição é o nosso alicerce, que nos suporta em caso de tormenta, e a nossa bússola, que nos orienta em caso de desnorte. Por isso, é fundamental termos memória histórica e sobretudo, para neste caso concreto, que não nos esqueçamos das invasões mouras na Península Ibérica, das incursões sarracenas no Sul de Itália, das hordas mongóis no Leste e Centro Europeu, ou ainda das ofensivas turcas otomanas nos Balcãs.
Todavia a História, além de nos orientar, serve igualmente para nos actualizar. E também por isso é essencial que tenhamos a percepção que hoje ela é escrita de maneira diferente. Hoje as invasões não são meras conquistas de poder com origens e fins definidos e nem tão-pouco se fazem com armas e pela guerra. As invasões hoje são verdadeiras substituições culturais que se fazem com a complacência das autoridades políticas e económicas, locais e globais. É o derradeiro processo de espoliação: conspurcar a Alma e o Corpo da Civilização. E é por isto que eu digo que devemos estar mais atentos do que nunca. O combate que se quer é acima de tudo metapolítico. E a contra-revolução, ou a boa revolução, exercesse essencialmente nos espíritos. Só faltam os soldados!
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terça-feira, 11 de Agosto de 2009
Mais maravilhas do mundo moderno
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segunda-feira, 10 de Agosto de 2009
Maravilhas do mundo moderno
Perseguiram e mataram jovem no Bairro Alto com facadas
As autoridades policiais ainda não revelaram o que levou um grupo de africanos a correr atrás de três raparigas e um jovem que acabou por morrer esfaqueado. Moradores falam em roubo e droga. Ou "tentaram meter-se com as miúdas".
(via Perspectivas)
As autoridades policiais ainda não revelaram o que levou um grupo de africanos a correr atrás de três raparigas e um jovem que acabou por morrer esfaqueado. Moradores falam em roubo e droga. Ou "tentaram meter-se com as miúdas".
(via Perspectivas)
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sexta-feira, 7 de Agosto de 2009
quarta-feira, 5 de Agosto de 2009
Para compreender os males da Igreja
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Glória do Mundo

Já lá vem a tempestade
Oiço o vento a soprar
A soprar atrás dos montes
Oh quem me dera saber
Se é chegada a anunciada
Noite da libertação
Se estes ventos a cantar
São o fim da escuridão
Atrás de nós não ficou nada
A glória do mundo aleluia
Está no mistério do Senhor
A glória do mundo aleluia
Salvé no reino do amor
Amanhã de madrugada
As crianças a brincar
A brincar naquela praia
Oh quem me dera saber
Se vão ver sorrir o sol
Sobre o céu do meu país
Ver o rei por entre as rosas
No império que Deus quis
– "Glória do Mundo", Heróis do Mar.
Oiço o vento a soprar
A soprar atrás dos montes
Oh quem me dera saber
Se é chegada a anunciada
Noite da libertação
Se estes ventos a cantar
São o fim da escuridão
Atrás de nós não ficou nada
A glória do mundo aleluia
Está no mistério do Senhor
A glória do mundo aleluia
Salvé no reino do amor
Amanhã de madrugada
As crianças a brincar
A brincar naquela praia
Oh quem me dera saber
Se vão ver sorrir o sol
Sobre o céu do meu país
Ver o rei por entre as rosas
No império que Deus quis
– "Glória do Mundo", Heróis do Mar.
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terça-feira, 4 de Agosto de 2009
A Raça não sucumbirá

Eu acredito fervorosamente nos destinos da nossa Raça. Um País que, – mais do que fronteiras de montanhas ou rios – criou uma História, uma Língua, uma Arte independente, não pode morrer. Pode ainda a nacionalidade ter um período de obscurecimento abismador...
Façam-lhe ainda pior do que lhes têm feito; a Raça não sucumbirá – e a Nação há-de ressurgir do próprio sangue, das próprias lágrimas do seu calvário.
– António Correia d'Oliveira, "Diário de Notícias", 6 de Março de 1920.
Façam-lhe ainda pior do que lhes têm feito; a Raça não sucumbirá – e a Nação há-de ressurgir do próprio sangue, das próprias lágrimas do seu calvário.
– António Correia d'Oliveira, "Diário de Notícias", 6 de Março de 1920.
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quinta-feira, 30 de Julho de 2009
O finis Europae
Depois de termos ficado a conhecer o dia-a-dia de uma qualquer capital europeia, eis agora as projecções demográficas para o futuro da Europa:
Afinal, parece que os nacionalistas não são assim tão loucos. A imigração, na sua expressão política de multiculturalismo mestiço, revela-se como o principal problema que a Europa hoje enfrenta. A política ou a economia são recuperáveis; a Cultura, o Povo ou a História não. Creio por isso que não exagero se disser que vivemos o finis Europae – como já bem antevia Alfredo Pimenta a propósito do triunfo da democracia. Enfrentamos o derradeiro processo de espoliação e substituição cultural promovido por maçons, mundialistas, burocratas, plutocratas e demais terroristas sociais e políticos. Este é o culminar de todo um processo revolucionário que podemos encontrar origem no Renascimento, com o Antropocentrismo filosófico que coloca os instintos humanos no centro do Universo, e do qual surgiram todas as ideologias subversivas. Não será por isso coincidência que este relativismo cultural tenha surgido em países sob o ideal maçónico, como os EUA, o Brasil ou a França jacobina, e de onde se têm vindo a alastrar e impor. Mas tal como diz o narrador do vídeo: é tempo de acordar! É tempo de agir! É tempo de nos entregarmos ao sacrifício e ao martírio! Mesmo que o Papa não a decrete, façamos nós, últimos Portugueses, uma cruzada nacional!
Afinal, parece que os nacionalistas não são assim tão loucos. A imigração, na sua expressão política de multiculturalismo mestiço, revela-se como o principal problema que a Europa hoje enfrenta. A política ou a economia são recuperáveis; a Cultura, o Povo ou a História não. Creio por isso que não exagero se disser que vivemos o finis Europae – como já bem antevia Alfredo Pimenta a propósito do triunfo da democracia. Enfrentamos o derradeiro processo de espoliação e substituição cultural promovido por maçons, mundialistas, burocratas, plutocratas e demais terroristas sociais e políticos. Este é o culminar de todo um processo revolucionário que podemos encontrar origem no Renascimento, com o Antropocentrismo filosófico que coloca os instintos humanos no centro do Universo, e do qual surgiram todas as ideologias subversivas. Não será por isso coincidência que este relativismo cultural tenha surgido em países sob o ideal maçónico, como os EUA, o Brasil ou a França jacobina, e de onde se têm vindo a alastrar e impor. Mas tal como diz o narrador do vídeo: é tempo de acordar! É tempo de agir! É tempo de nos entregarmos ao sacrifício e ao martírio! Mesmo que o Papa não a decrete, façamos nós, últimos Portugueses, uma cruzada nacional!
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domingo, 26 de Julho de 2009
Dublin hoje...
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sábado, 25 de Julho de 2009
A Batalha de Ourique

Mas já o príncipe Afonso aparelhava
o Lusitano exército ditoso,
contra o Mouro que as terras habitava
de além do claro Tejo deleitoso;
já no campo de Ourique se assentava
o arraial soberbo e belicoso,
defronte do inimigo Sarraceno,
posto que em força e gente tão pequeno.
Em nenhua outra cousa confiado,
senão no sumo Deus que o Céu regia,
que tão pouco era o povo baptizado,
que, para um só, cem mouros haveria.
Julga qualquer juízo sossegado
por mais temeridade que ousadia
cometer um tamanho ajuntamento,
que para um cavaleiro houvesse cento.
Cinco reis mouros são os inimigos,
dos quais o principal Ismar se chama;
todos exprimentados nos perigos
da guerra, onde se alcança a ilustre fama.
Seguem guerreiras damas seus amigos,
imitando a formosa e forte Dama
de quem tanto os Troianos se ajudaram,
e as que o Termodonte já gostaram.
A matutina luz, serena e fria,
as estrelas do polo já apartava,
quando na Cruz o Filho de Maria,
amostrando-se a Afonso, o animava.
Ele, adorando Quem lhe aparecia,
na Fé todo inflamado assim gritava:
"Aos Infiéis, Senhor, aos Infiéis,
e não a mim, que creio o que podeis!"
Com tal milagre os ânimos da Gente
Portuguesa inflamados, levantavam
por seu Rei natural este excelente
Príncipe, que do peito tanto amavam;
e diante do exército potente
dos imigos, gritando, o céu tocavam,
dizendo em alta voz: "Real, real,
por Afonso, alto Rei de Portugal!"
Destarte o Mouro, atónito e torvado,
toma sem tento as armas mui depressa;
não foge, mas espera confiado,
e o ginete belígero arremessa.
O Português o encontra denodado,
pelos peitos as lanças lhe atravessa;
uns caem meios mortos e outros vão
a ajuda convocando do Alcorão.
Cabeças pelo campo vão saltando,
braços, pernas, sem dono e sem sentido,
e doutros as entranhas palpitando,
Pálida a cor, o gesto amortecido.
Já perde o campo o exército nefando;
correm rios do sangue desparzido,
com que também do campo a cor se perde,
tornado carmesim, de branco e verde.
Já fica vencedor o Lusitano,
recolhendo os troféus e presa rica;
desbaratado e roto o Mauro Hispano,
três dias o grão Rei no campo fica.
Aqui pinta no branco escudo ufano,
que agora esta vitória certifica,
cinco escudos azuis esclarecidos,
em sinal destes cinco Reis vencidos.
Luís Vaz de Camões, in Os Lusíadas, Canto III, estâncias 42-53.
o Lusitano exército ditoso,
contra o Mouro que as terras habitava
de além do claro Tejo deleitoso;
já no campo de Ourique se assentava
o arraial soberbo e belicoso,
defronte do inimigo Sarraceno,
posto que em força e gente tão pequeno.
Em nenhua outra cousa confiado,
senão no sumo Deus que o Céu regia,
que tão pouco era o povo baptizado,
que, para um só, cem mouros haveria.
Julga qualquer juízo sossegado
por mais temeridade que ousadia
cometer um tamanho ajuntamento,
que para um cavaleiro houvesse cento.
Cinco reis mouros são os inimigos,
dos quais o principal Ismar se chama;
todos exprimentados nos perigos
da guerra, onde se alcança a ilustre fama.
Seguem guerreiras damas seus amigos,
imitando a formosa e forte Dama
de quem tanto os Troianos se ajudaram,
e as que o Termodonte já gostaram.
A matutina luz, serena e fria,
as estrelas do polo já apartava,
quando na Cruz o Filho de Maria,
amostrando-se a Afonso, o animava.
Ele, adorando Quem lhe aparecia,
na Fé todo inflamado assim gritava:
"Aos Infiéis, Senhor, aos Infiéis,
e não a mim, que creio o que podeis!"
Com tal milagre os ânimos da Gente
Portuguesa inflamados, levantavam
por seu Rei natural este excelente
Príncipe, que do peito tanto amavam;
e diante do exército potente
dos imigos, gritando, o céu tocavam,
dizendo em alta voz: "Real, real,
por Afonso, alto Rei de Portugal!"
Destarte o Mouro, atónito e torvado,
toma sem tento as armas mui depressa;
não foge, mas espera confiado,
e o ginete belígero arremessa.
O Português o encontra denodado,
pelos peitos as lanças lhe atravessa;
uns caem meios mortos e outros vão
a ajuda convocando do Alcorão.
Cabeças pelo campo vão saltando,
braços, pernas, sem dono e sem sentido,
e doutros as entranhas palpitando,
Pálida a cor, o gesto amortecido.
Já perde o campo o exército nefando;
correm rios do sangue desparzido,
com que também do campo a cor se perde,
tornado carmesim, de branco e verde.
Já fica vencedor o Lusitano,
recolhendo os troféus e presa rica;
desbaratado e roto o Mauro Hispano,
três dias o grão Rei no campo fica.
Aqui pinta no branco escudo ufano,
que agora esta vitória certifica,
cinco escudos azuis esclarecidos,
em sinal destes cinco Reis vencidos.
Luís Vaz de Camões, in Os Lusíadas, Canto III, estâncias 42-53.
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quinta-feira, 23 de Julho de 2009
O princípio salvador
O que nos mata, principalmente, é, com a falta duma ideia directriz, a falta dum grupo ou classe social em que se apoie qualquer tentativa séria de «reaportuguesar Portugal» – na definição já agora memorável do poeta Afonso Lopes Vieira. E afinal, porquê? Porque não existe em Portugal um mínimo de cultura colectiva, que permita compreender a uma minoria resoluta e capaz que não há restauração nacionalista possível sem a prévia instauração dum princípio salvador. Vive-se assim na mais apagada e mortífera negação do que sejam as virtudes construtoras do Espírito e manda a verdade que se diga que, ao lado do semi-analfabetismo dos partidários do regime instalado no Terreiro do Paço, são réus confessos no mesmo crime ignóbil os que, ao mero funcionamento da máquina eleitoral, confiam automaticamente a salvação do país pelo regresso puro e simples das clientelas caídas em 1910.
– António Sardinha, in Nação Portuguesa, Julho de 1922.
– António Sardinha, in Nação Portuguesa, Julho de 1922.
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quarta-feira, 22 de Julho de 2009
Igreja do Santo Condestável
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São Nuno de Santa Maria

(São Nuno de Santa Maria, Igreja de São João Baptista, Abrantes)
São Nuno de Santa Maria, rogai por nós!
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segunda-feira, 20 de Julho de 2009
terça-feira, 14 de Julho de 2009
Há quatro lojas maçónicas a operar no Vaticano
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segunda-feira, 13 de Julho de 2009
sábado, 11 de Julho de 2009
Portugal

Ó linda falua
Ai oh ilusão
Sonhava ser o teu barqueiro
Nos rios da minha Nação
Ó linda falua
Ai oh ilusão
Deus não me quis timoneiro
Fadou-me outra profissão
Sou oficial dum Povo cantor
Ó linda falua
Ai oh ilusão
Navega lá no nevoeiro
Mas vê lá com que tripulação
Sou oficial dum Povo cantor
Oh Portugal, Portugal
Melodias assim são vontades de amor
Oh Povo de Portugal
Cantarias por mim coração sofredor
Oh Portugal, Portugal
São vontades de amor melodias assim
Oh Povo de Portugal
Coração sofredor cantarias por mim
"Portugal", Heróis do Mar.
Ai oh ilusão
Sonhava ser o teu barqueiro
Nos rios da minha Nação
Ó linda falua
Ai oh ilusão
Deus não me quis timoneiro
Fadou-me outra profissão
Sou oficial dum Povo cantor
Ó linda falua
Ai oh ilusão
Navega lá no nevoeiro
Mas vê lá com que tripulação
Sou oficial dum Povo cantor
Oh Portugal, Portugal
Melodias assim são vontades de amor
Oh Povo de Portugal
Cantarias por mim coração sofredor
Oh Portugal, Portugal
São vontades de amor melodias assim
Oh Povo de Portugal
Coração sofredor cantarias por mim
"Portugal", Heróis do Mar.
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